sábado, 7 de maio de 2011

MÚSICA DA VEZ III

8-} bobão Acho que esta é a musica da vez pra você:
 
É isso ai!
(...)
Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não sei parar
De te olhar.:"> envergonhado
 
by Simone

sexta-feira, 6 de maio de 2011

REPETIR

ENTRANDO NUM FRIA PARTE JoEdClRoAlWeFlElMaMaGeAdSeAlAlHiSiJuWi - 19

quarta-feira, 4 de maio de 2011

PREVI

Dizem que minhas palavras atraem até mesmo coisas inimagináveis.
Falam que têm momentos que leio os pensamentos.
Comentam que detecto e descubro fatos e situações vivenciadas por pessoas próximas.
E ainda, que "capto as coisas no ar" com muita facilidade.
E minha intuição me disse hoje, bem baixinho, no meu ouvido:
Baixe a tonus, acalme-se, porque seu dia vai ser o inverso do que imagina.
E algo muito estranho vai acontecer. Entenda isto como um sinal.
...
Recebí uma ligação... não tremí, não chorei, não me apavorei.
Simplesmente pensei: eu sabia que algo iria acontecer.
Como estou bem. Com equilibrio para confortar, quem de mim isto espera.

by Monaliza

terça-feira, 3 de maio de 2011

LIVRE(SE)

Livre-se da sua inteligência, se ela não faz ninguém sorrir, se é incapaz de te fazer sentir o gosto bom da simplicidade. Livre-se do bom senso, se não tem bom humor. Do bom gosto, se não tem bondade. Se desfaça do seu lado crítico, se ele te prende numa opinião quadrada sobre as coisas que estão te cercando e não te permite um novo olhar sobre aquilo que está mudando. Livre-se da lógica, se não dá brilho aos seus olhos, se não deixa cor na sua boca, se não enfeita o mundo; e seja a incógnita que dança na poça, que canta na chuva, que beija o absurdo. Seja profundo.
Eliza Moreno

REAL

TEM DIAS QUE DE TÃO ESPECIAIS, PARECEM SER IRREAIS.

by Monaliza

domingo, 1 de maio de 2011

FERIADO?

Não dormia mais desde que compreendera que no sossego da noite meu cérebro funcionava melhor. P. 15
Então pensava com meus botões que minha vida tinha sido fácil demais e que eu estava condicionada por uma educação em que o medo da mudança se escondia atrás de prescrições de prudência. P. 17
Sou dona de mim mesma, mas pequena e frágil, humilde pois consciente demais de minha vulnerabilidade e de minha inconsequência. E minha solidão me descansa. Sou a única responsável por minhas contradições.  Sem precisar me esconder, sem o peso daquele que escarnece, que late ou que morde. P 84
Compreendi então que a vida nos enche de provisões para nossas travessias do deserto. Tudo o que eu tinha adquirido de modo ativo ou passivo, tudo o que tinha aprendido voluntariamente ou por osmose me voltava como verdadeiras riquezas de minha existência num momento em que eu tudo perdera. p. 111
Descobri o mundo da insônia e o encantamento que ele produzia em mim. Aquelas horas de vigília me davam acesso a outra dimensão de mim mesma. Uma outra parte de minha mente se substituía à primeira. P 115
[...] descobri que o que os outros têm de mais precioso a nos oferecer é o tempo, ao qual a morte dá o seu valor. P 139
As boas lembranças são aquelas vividas com os que amamos, porque podemos rememorá-las juntos. P 160
Tomei a decisão de ser prudente e me calar. Eu observava como jamais tinha feito antes, compreendendo que os mecanismos de transformação espiritual demandavam uma Constancia e um rigor que eu tinha o dever de conquistar. Precisava me vigiar. P 167
Sabia que a situação em que vivia era uma oportunidade que a vida me oferecia para me interessar por outras coisas que em geral me repugnavam. Descobri outro modo de viver. P. 180
Na imensidão da selva, onde faltava tudo, menos espaço, a guerrilha resolvera nos confinar num lugar exíguo e insalubre que favorecia apenas a promiscuidade e o confronto. P 231
[...] eu detestava aquilo em que estávamos nos transformando. Sentia que corríamos o risco de perder o melhor de nós mesmos, de nos dissolver na mesquinharia e baixeza. Tudo isto não fazia senão aumentar minha necessidade de silêncio. P 246
Nadie le quita a uno ni lo comido, ni lo bailado. (Ninguém tira da gente o que se come e o que se dança). P 249
Era de tal forma ridículo que era magnífico. P 264
O mais grave não era morrer. O pior era me tornar aquilo que eu mais abominava. P 364
Eu abria os olhos para a importância de nos exercitarmos para continuar humildes onde quer que nos situemos na roda da fortuna. Precisei descer na escala humana para compreender isto. P 366
Livro: Não há silêncio que não termine. Ingrid Betancourt (Meus anos no cativeiro na selva colombiana)